BIBLIBLOGUE ESJAC - TAVIRA
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Álbum de fotos - 8 de Set. 2010 - Dia do diploma
http://picasaweb.google.com/103773326054691298613/DiaDoDiploma2010PalacioDaGaleriaESJACTavira?feat=directlink
Diplomas e prémios de mérito 2010
No dia 8 de Setembro, pelas 21:00, numa cerimónia realizada num local muito aprazível, o terraço frente ao Palácio da Galeria, os finalistas presentes receberam o seu diploma e posaram para a foto, como os curtos vídeos aqui publicados revelam. Projectou-se, também, uma compilação de fotos e filmes de algumas actividades em que os nossos alunos se envolveram, o Anuário 2009-2010, editado pelos professores Antonieta Couto e José Couto e, por fim, o director da nossa escola, professor José Baía, divulgou os prémios de mérito:- Cursos Científico Humanísticos - Maria Teresa Couto (12º A1)
- Cursos Profissionais - Telma Martins ( 12º TC).A cerimónia encerrou com os discursos de uma das alunas premiadas, Maria Couto, do patrono, Dr. Jorge Correia, e do presidente da Câmara, Dr. Jorge Botelho.



Parabéns a todos os finalistas e , em particular, a estas duas alunas que tão bem se distinguiram!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Finalistas 2010 - Curso Profissionais: TC, TGPIS, TIG
Create your own video slideshow at animoto.com.
Finalistas 2010 - Curso Profissional Técnico Animador Sociocultural
Create your own video slideshow at animoto.com.
Novo ano escolar 2010 - 2011
__________EVOLUÇÃO
_______ÉTICA
_____EMPENHO
__EDUCAÇÃO
Estes são, afinal, conceitos chave para uma aprendizagem rica, motivadora e numa perspectiva de continuidade ao longo da vida.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
PREAA - Actividades do 10º A3 e sua cooperação com alunos do 1º Ciclo
No ano lectivo 2009/2010, a turma da área de Ciências e Tecnologias, 10º A3, iniciou a sua participação no projecto PREAA, promovido pela DREAlg.
Trata-se de um projecto de educação ambiental pela arte, cuja origem assenta numa ideia de Helena Tapadinhas, que, entre outros talentos, escreve histórias dirigidas aos mais pequenos, através das quais tenta dar a conhecer, com alguma graça, a história geológica do Algarve. Assim nasceu o livro «Contos do Mago», dedicado a toda a região algarvia. Este trabalho, conjuntamente com o preconizado, em termos de conteúdos programáticos, pelo ME, tem, também ao nível do secundário, constituído mote para a exploração destas temáticas, subscrevendo, o grupo de trabalho, em termos metodológicos, o primado da articulação de diferentes níveis de ensino como factor potenciador do interesse, por parte dos jovens de diferentes gerações, pelo assunto em apreço.
Ao longo deste primeiro ano foram desenvolvidas várias actividades, a maioria das quais em contexto de formação, nomeadamente:
(1) sessão de conto (1ª abordagem), seguido de ensaio formativo ao nível da expressão corporal, dinamizada pela formadora Susana Rocha;
(2) percurso “Sapal e Praia do Barril”, com a formadora Jacinta Fernandes, no qual explorámos as características ecológicas daquela região;
(3) workshop de desenho de fauna e flora da praia de Cacela, dinamizado por Miguel Godinho, no qual intervieram alunos do 10º A3 e crianças do 1º Ciclo, sendo de assinalar a interessante articulação das diferentes gerações, naquilo que eram os diferentes olhares de uma mesma realidade...
(4) percurso aos Pegos/Ribeira da Assêca, orientado por Francisco Lopes, nesta fase dirigida a professores, tendo em vista o reconhecimento das marcas da história geológica do Algarve, através da observação comparativa dos registos geológicos de serra, barrocal e litoral algarvios;
(5) reconto, por parte de duas alunas do 10º A3, Ana Gonçalves e Carina Silva, às crianças da escola EB1 de Cabanas, do conto «Nascem Nuteixos», dedicado a Tavira, concretamente à praia do Barril.
É objectivo da turma oferecer, no próximo ano lectivo, a dramatização deste conto às crianças do 1º Ciclo, para cuja preparação contamos desde já com a promessa de ajuda sistematizada por parte da formadora Susana Rocha.
Um projecto desta natureza constitui uma mais-valia para o processo ensino-aprendizagem, na medida em que fomenta o desenvolvimento de competências científicas aliadas a um elevado grau de criatividade. Nas gerações mais jovens é interessante ver como a cristalização, no seu imaginário, de conceitos construídos com recurso ao fantástico, pode ser um factor motivacional importante para uma eventual exploração, na sua vertente mais científica, dos temas abordados.
A professora de Biologia: Teresa Afonso
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Projecto «Causa Animal» e a sua acção de sensibilização no Jardim de Infância de Conceição de Tavira
O objectivo era dar a conhecer, às crianças, o testemunho vivo do que pode [e deve] ser uma experiência de relação do ser humano com um animal de estimação: os cuidados, o carinho, o respeito pelos sentimentos do animal, a noção de que é algo para a vida... e, como tal, incompatível com conceitos, como maus-tratos, negligência, abandono...Teve direito a lágrima e tudo... Espectacular, este testemunho!...[Shy é um pequeno cão, encontrado na rua, que, depois de ter passado um mau bocado, teve a sorte de encontrar um lar... ]
As crianças, orientadas pela educadora Teresa Gaspar e por Madalena
A professora: Teresa Afonso.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Notícia no «Barlavento online» PREAA: dos livros de contos para os livros de estudo
Filipe Antunes Ver Fotos » http://barlavento.online.pt/popup/multimedia.php?nid=42381
Iniciativa do PREAA na Praia do Barril, em Tavira
De acordo com a professora Augusta Carvalho, responsável pela turma do 11.º A3 da Escola Secundaria de Tavira, não está excluída a possibilidade de a informação recolhida dar agora origem a um roteiro destinado à população em geral, continuando o trabalho já desenvolvido, no ano passado, pelas turmas de Artes.
«Embora este conto envolva mais a questão da dinâmica dunar, o nosso contexto global incidiu sobre a história geológica do Algarve. Além disso, estudámos toda a parte científica do sapal e dunas, o que implicou duas saídas de campo», concluiu a professora de biologia e geologia.
8 de Junho de 2010 07:29
Filipe Antunes
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Notícia no «Barlavento online» sobre a actividade de articulação entre o 11º A3 e uma turma da EB1 da Luz de Tavira
PREAA ajuda alunos a investigar, desenhar e provar a Ria Formosa (com fotos)
Filipe Antunes Ver Fotos »http://barlavento.online.pt/popup/multimedia.php?nid=42380&mmn=5&cnt=5
Iniciativa do PREAA na Praia do Barril, em Tavira
«Posso provar?», «Sim», ouve-se. «Sabe a salgado!». As palavras são dos alunos do segundo ano da Escola Básica I da Luz de Tavira, que foram desafiados pelos alunos da turma A3 do 11º ano, da Escola Secundária de Tavira, a conhecerem o trilho ambiental da Praia do Barril, no âmbito do Programa Regional de Educação Ambiental pela Arte (PREAA).
É ainda antes da ponte metálica que cruza a Ria Formosa que é feita a primeira paragem pedagógica da manhã, conduzida pelos alunos mais velhos.
A primeira lição é sobre botânica e, para se perceber se as plantas da ria são salgadas, a prova impôs-se.
A dor de barriga não chegou, mas o ímpeto da prova teve de ser controlado pelos mais velhos, pois existiam mais 1,5 quilómetros de vegetação para explorar até à praia.
Das salgadeiras e das salicórnias do alto e médio sapal, a visita debruçou-se depois sobre as plantas aquáticas, nomeadamente sobre a spartina e a zoostera, exemplos de espécies que conseguem sobreviver debaixo de água nas zonas de sapal.
Ao longo do percurso ambiental do Barril, as 18 crianças do básico ficaram ainda a saber qual a importância das dunas na prevenção do avanço do mar, embora o exemplo dos frequentadores da praia não seja o melhor.
Além das paliçadas destruídas, eram muitos os trilhos abertos em plena duna primária apenas para cortar caminho.
Já no areal, e junto às antigas âncoras que atestam o que restou da antiga armação de atum do Barril, os alunos do 11.º ano explicaram qual importância do estorno, planta que é considerada a pioneira na fixação das areias, assim como o cordeirinho-das-areias, pequena planta acinzentada sujeita a condições extremas e coberta por penugem.
Porque ver ao longe não chega, ambas as espécies foram, literalmente, examinadas à lupa.
Mas porque estamos a falar de um projeto integrado no PREAA, aqui tudo é explicado de outra forma, recorrendo, ao gesto e à ficção.
Como vem sendo habitual, o livro «Os contos do Mago», da autoria de Helena Tapadinhas, deu o mote para as iniciativas, já que aí está representada uma dezena de histórias fantasiadas, onde não faltam mensagens didáticas para a preservação da diversidade ambiental do Algarve, explicou Susana Rochas, a coordenadora do PREAA no Sotavento.
No caso de Tavira, o mote da iniciativa é o conto «Nascem Nuteixos», onde a personagem Nuna (duna) escondia os barcos e âncoras dos pescadores (fateixas), até que um dia parou de se mexer, colocando em causa a estabilidade da praia. História adentro, aparece o Mago (personagem principal), que se vê forçado a intervir para travar a destruição do ecossistema.
8 de Junho de 2010 07:29
Filipe Antunes
Fonte:
http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=42380
11º A3 monitores de saída de campo à Praia do Barril (PREAA)
Aí os alunos foram à descoberta do sapal e das dunas, seguindo o "Percurso pedestre de interpretação ambiental". Entre outras actividades, houve oportunidade para o reconto do conto "Nascem Nuteixos" ( in Contos do Mago, narrativas e percursos geológicos, de Helena Tapadinhas) e para desfrutaram da companhia uns dos outros.
terça-feira, 6 de julho de 2010
11º A3 e 11º A4 como contadores de histórias (PREAA)
O conto trabalhado foi "Nascem Nuteixos" e os nossos alunos conseguiram muito bem cativar os alunos do 2º e 4º anos da turma da professora Arménia Viegas. A coordenadora PREAA interconcelhia, Susana Rocha, também acompanhou no local o desenvolvimento deste trabalho.
Sente curiosidade por ler ou consultar a obra Contos do Mago, narrativa de percursos geológicos?
Dirija-se à nossa Biblioteca e poderá requisitar um dos exemplares que possuímos.
Aceda também ao site http://www.contosdomago.com/
Lágrimas
Até que um dia, o vento apercebeu-se que sentia uma coisa estranha quando estava com a duna. Era algo quente que o fazia sentir-se bem com a pequena duna. Como não sabia o que era, o vento foi falar com o mestre sábio do tempo e das eras, Mago PMCzóico.
Nesse dia estava muito calor, então, duna foi para perto do mar. Assim que o vento a viu de costas, fugiu num leve sopro até às ninfas do sapal. Chegou e disse:
- Ó ninfas, ninfas, podem dizer-me onde mora o mago do tempo?
- Oh valente vento, nós não sabemos onde mora o mago mas podemos pedir às Ornitogeas que o tragam até nós – contestou a ninfa.
-Então está bem, amanhã apareço aqui – disse o vento sorridente.
As horas passaram e duna foi dormir descansada para junto dos barcos dos pescadores.
No dia seguinte, o vento foi ter com o mago e perguntou:
-Ó mago das eras e do tempo, tu, que tudo sabes, que tudo já viveste, diz-me, por favor, que calor estranho e reconfortante é este que sinto quando estou com Nuna.
-Esse calor estranho que te queima mas ao mesmo tempo te faz sentir bem é o amor -afirmou o mago sábio.
-Então como é que digo à Nuna isto que sinto? - perguntou o vento.
-Diz-lhe o que sentes, não esperes mais tempo, e sobretudo tens de saber viver com um “não” e com um “sim”-respondeu o mago.
O vento ficou pensativo, agradeceu os conselhos do mago e foi ter com a duna.
Nesse dia, o vento ameno e calmo parecia um vento do sul, seco e quente, quando estava com a Nuna. Ele tinha ficado com esperanças desde que tinha saído sozinho com a duna, dos bailes de vento e de todas as vezes que riam juntos. Ganhou coragem e disse à duna o que sentia, mas para sua infelicidade duna disse que só gostava dele como amigo.
E assim, com um sopro fugaz, o vento desapareceu a correr. Foi para o sapal e derramou tantas lágrimas que as plantas começaram a florir. Como as suas lágrimas eram de tristeza, podemos pôr uma folha de uma dessas plantas na boca e sentir o salgado das lágrimas do vento.
Seguindo os conselhos do mago, o vento continuou a fazer os seus bailes de areia e vento com a duna mas sempre com o seu coração partido, durante todo o tempo, até aos dias de hoje.
À DUNA NUNA
Hoje sento-me aqui, não tenho nada para contar para além dos sonhos perdidos, jogados ao chão pelo egoísmo. O mar é meu aliado e as areias minhas confidentes, mil e uma histórias guardam e, por isso mesmo, ninguém melhor que elas para guardarem o meu eterno segredo.
Mergulho os pés nelas, deixando-me afundar nos seus grãos de quartzo. “Conta-me histórias” peço-lhe. Já foste magma, costa de montanha e fundo de mar.Foste pressionada até às profundidades deste pequeno e azul planeta, lá tornaste-te incandescente. Admiro-te por isso, moldas-te conforme o que te rodeia e os teus cristais brilham junto ao sol qual tesouro. Quantas amizades juntaste? E quantas paixões terminaste no final de cada Verão?
Danças com este vento perdido de rumo e todos os dias nos mostras uma nova visão cheia de vida. Migras com este teu amigo do barlavento para o sotavento, encarando o mar furioso. Formas oásis e infinitos desertos que podem levar um mero mortal à loucura. A tua paisagem não nos revela o teu passado, por isso, alguém como eu, simplesmente intitulada por alguém, se pergunta: O que te aconteceu? Dançaste com o vento, os teus grãos foram separados e espalhados pelos quatro continentes. Comprimida e transformada, as ondas do teu corpo desaparecem para dar lugar a uma estrutura pesada, estrutura que não amas mas aceitas.
Caminho sobre ti, deixando assim um rasto para trás. Porém, ao contrário de ti, não deixo a minha marca no Mundo. Nas tuas areias estão inscritas as memórias de dinossauros e chuvas que foram transformando o Mundo. Porque é que o Homem vai destruindo tudo aquilo que ajudaste a construir? Tu que impedes que o mar atravesse as ilhas que constróis, vês tudo a ser destruído pela nossa ganância. Dás a pescadores um porto de abrigo, a jovens um pitada daquilo a que chamamos liberdade, e assim o tempo vai passando.

Catarina Almeida, 11ºA3
Escola Secundária de Tavira, Ano lectivo 2009/2010
A Geologia em Tavira
Clique no vídeo e veja o trabalho realizado pela Catarina Loureiro, o Gonçalo Frade, a Patrícia Viegas e o Pedro Fialho.
A seta no canto inferior esquerdo abre uma janela pequena, mas, se clicar no botão do canto inferior direito, poderá ver o filme projectado no ecrã inteiro.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Relatório da Feir@1.€om
Curso Profissional Técnico de Comércio
10º Ano

Durante toda a manhã, a nossa feira teve várias actividades, tais como: venda de bolos, sumos de várias qualidades e também salada de fruta. Tudo isto a preços acessíveis para os alunos, professores e funcionários. Todos tiveram a oportunidade de comprar os nossos produtos, saboreá-los e, assim, colaborar nas nossas actividades.
Deu-se, então, início às actividades e à venda dos nossos produtos, onde eu participei, ajudando na venda dos comestíveis. Simultaneamente, decorriam as actividades do jogo do saco, do tiro ao alvo e do campeonato do jogo de futebol na PlayStation.
Na sala de alunos, pelas 10h05, houve música ao vivo: o André, da minha turma, tocou guitarra, o Rui Vale, do 12ºC1,tocou baixo e a Sara Silvestre, do 11º E, cantou.
De seguida, eu, a Cátia e a Sofia fomos oferecer um bolo a todos, professores da Direcção, funcionários da secretaria, reprografia e da cantina, que ajudaram a tornar a feira possível, porque sem eles esta actividade não teria tanto êxito.
Às 11h05 aconteceu o momento alto da feira com as danças de salão: o cha cha cha, a rumba e o samba, dançados pela minha colega Cristela e pelo seu par. Ambos foram maravilhosos, complementaram-se um ao outro e dançaram muito bem, emocionando o público que assistia àquele momento fascinante.
Depois desse momento excelente, a feira continuou com vendas e com outras actividades, nomeadamente, poesia às 13 horas, pelo Fábio que leu dois poemas feitos pela Sofia, um de homenagem ao professor Duarte e outro sobre a nossa turma.
A maioria das actividades acabou às 14h00, a hora prevista do encerramento da feira. Por fim, tivemos que arrumar as bancas dos bolos e dos outros produtos, oferecendo ainda as fatias de bolo que sobraram.
Em suma, acho que dei o meu contributo na preparação e realização da feira, participei na elaboração do cenário da banca dos bolos, ajudei na venda dos bolos, a arrumar as coisas, na cantina e a lavar a loiça que utilizámos. Fui responsável e sempre simpática, ajudando constantemente os meus colegas.
Feito o balanço da actividade, constatámos que atingimos o nosso principal objectivo, que era pôr em prática alguns conhecimentos adquiridos no curso, fazer algo diferente, inovador e que divertisse os alunos, e isso foi alcançado.
Ana Catarina Almas, 10º TCOM
TORNEIO INTER-TURMAS DE VOLEIBOL e PASSEIO PEDESTRE
O Grupo de Educação Física da Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia promove nos dias 14 e 15 de Junho actividades desportivas, mais concretamente voleibol e um passeio pedestre.
O dia 14 será preenchido com a realização de um torneio inter-turmas de voleibol, para os alunos do 10.º ano, no pavilhão desportivo, entre as 9:00 e as 16:00h.
Pretende-se, principalmente com a caminhada, proporcionar aos alunos, funcionários e professores, para além do benefício físico, um são convívio no término do ano lectivo.
Ponto de Encontro – “Rosa dos Ventos”, junto ao Parque de Estacionamento da Escola.
Hora – 9h 00min, (Saída às 9h 30min.)
Duração da Actividade: +/- 2h 30min.
Percurso: Escola – Sta Luzia (pelo caminho da ciclovia) – Sta Luzia (marginal)– Escola (ciclovia).
Hora Prevista de Chegada à Escola: 12h 30min.
Obrigada pela participação!
________________________________________
A MARCHA
A marcha é uma actividade física de lazer, e de impacto mínimo no meio ambiente, quer ao nível da fauna, quer ao nível da flora. Esta actividade associada à orientação de um monitor, permite que a marcha atinja o seu objectivo essencial: uma actividade de lazer com segurança.
Regras básicas
O grupo deve manter uma cadeia de ligação entre si (VISUAL), de modo a permitir a manutenção dos elementos em grupo. A responsabilidade de manter o contacto visual é sempre do último elemento. (O contacto visual torna-se o factor mais importante nos casos de alterações climatéricas, sobretudo em situações de nevoeiro. Nestas situações, é necessário que o elemento mais experiente saiba orientar o grupo).
- Procura seguir pelos trilhos, assim evitarás esmagar a flora.
- Lembra-te de que o barulho, além de assustar os animais, não te permite ouvir o cantar das aves e observar outros animais.
O Equipamento pessoal:
- O calçado é muito importante, já que o desconforto dos pés se transmite a todo o corpo. Para passeios curtos, em terrenos pouco irregulares, com tempo seco, umas sapatilhas vulgares são adequadas. Poderás utilizar botas sintéticas (trekking), que se caracterizam pela sua leveza, resistência e conforto. O tamanho do calçado deve ser escolhido no sentido de permitir o uso de um par de meias interiores em algodão, reforçadas por um par de meias de Algodão com felpa;
- Nunca fazer uma marcha longa com calçado novo.
- A roupa adequada para a marcha será talvez o elemento mais difícil de escolher, já que depende de vários factores imprevisíveis, como as condições climatéricas.
- As calças de algodão poderão ser práticas no Verão, mas, se chover, demoram muito a secar e perdem o isolamento térmico. As de fibra sintética secam mais rapidamente e, mesmo molhadas, são um óptimo isolamento térmico, devido à sua baixa condutividade térmica;
- A roupa para a parte superior do corpo segue os princípios atrás descritos. Uma t-shirt de algodão, uma sweat-shirt e um impermeável com carapuço (peça que deve sempre fazer parte do equipamento e que poderá ser transportado na mochila).
Lembra de que, durante a marcha, o tempo pode mudar rapidamente, pelo que é vulgar haver sol, chuviscos e vento alternados, num só dia.
Transporte de material na mochila
A mochila é o suporte físico para transportar o indispensável para a marcha: roupa, comida, água, etc. A sua escolha é tão importante como o calçado, já que uma opção errada pode, com o uso, vir a criar lesões na coluna vertebral.
PROFESSORES RESPONSÁVEIS: GRUPO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
domingo, 13 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Projecto Comenius Competências Interculturais Foto reportagem de Exposição
Desde o dia 14 de Maio, a exposição «As Competências Interculturais através dos currículos escolares», Projecto Comenius, tem sido visitada pelos membros da nossa escola.
Orientados pelas professoras Andreia Marques e Maria João Gouveia, os alunos do 12ºE conceberam painéis e cartazes sobre os sete países envolvidos neste Projecto Comenius: Bulgária, Grécia, Itália, Polónia, Portugal, Roménia e Turquia.
O Projecto é coordenado pela professora Fátima Pires e neste seu primeiro ano de existência já proporcionou a delegações de professores e alunos três encontros de trabalho: o primeiro na Bulgária, o segundo na Turquia e o último na Itália.
A animação fotográfica acima apresentada é um testemunho da elevada qualidade dos trabalhos expostos no átrio da Biblioteca.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
«Exposição: No Limite do Corpo Humano»
Durante o mês de Maio, os nossos utilizadores puderam apreciar e aprender com a exposição «No limite do corpo humano», iniciativa do grupo de Biologia e complementada pela equipa da BE.
Esta exposição, que estimula diferentes olhares sobre o corpo humano e os seus limites, englobou cartazes e peças representativas de órgãos do nosso corpo, bem como obras impressas sobre esta temática e que temos para consulta ou requisição domiciliária por parte dos nossos utentes.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Encontro com José Sequeira Gonçalves e João Espada

José Sequeira Gonçalves, Mestre em História Contemporânea, com tese sobre Sidónio Pais e a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, começou por falar, sumariamente sobre o seu primeira romance Cruz de Portugal. Esta obra, cuja acção se centra no período de 1910-1918, retrata o período da Primeira República Portuguesa e os heróis portugueses que combateram na Primeira Guerra Mundial.




segunda-feira, 7 de junho de 2010
Visita de estudo à «Quinta dos Correias»
Quando lá chegámos, o proprietário, o Sr. Ricardo Silva Sousa, fez-nos uma breve introdução histórica da quinta, que está na família há mais de 200 anos. Actualmente, produzem quatro qualidades de vinho: Vinho Terras da Luz, Fuzeta, Terras da Luz reserva e o Balsa que é o vinho mais conceituado da Quinta, mas que não é posto à venda todos os anos porque não têm produção suficiente. Este vinho ficou com este nome porque perto daquela quinta havia uma cidade romana, com esse nome, agora submersa pelas águas da ria. Na feitura dos diferentes vinhos são usadas quatro tipos de castas de uva: Uva Aragonês, Uva Touriga Nacional, Uva Castelão mais conhecida por Periquita, Uva Cabernet Sauvignon.
O Sr. Ricardo disse que, quando as uvas estão boas, ele vai buscar uma amostra de cada uma e esmaga-as individualmente até criar o mosto, que é o sumo produzido pela uva, que depois é colocado num aparelho chamado Refractómetro para ver a percentagem de álcool, porque o açúcar das uvas é todo transformado em álcool, e, quando este processo é realizado, consegue-se ver o teor alcoólico do vinho.
Um factor curioso foi quando nos disse que, em vez de usarem químicos para se protegerem das pragas, usam rosas, no início de cada fileira de pés de uvas. Se os bichos comerem a rosa, aí usam os químicos, mas sempre em último caso.
Depois desta explicação teórica, levou-nos à adega. Lá mostrou-nos todos os equipamentos usados no processo de produção dos vinhos, desde quando as uvas chegam à adega, até serem esmagadas por um aparelho que se chama Esmagador desengaçador. As uvas são esmagadas até criar o mosto, depois deixam-se fermentar até ao ponto em que o açúcar das uvas é transformado totalmente em álcool.
Depois, quase no fim da explicação, disse-nos que as misturas dos vinhos só se faziam no fim e que é obrigatório por lei mandar os vinhos para laboratório, para ver se estão bons e se é preciso ou não fazer correcções.
No fim da Visita, o Sr. Ricardo ofereceu um pequeno lanche à turma e deu a provar dois tipos de vinhos: o Terras da Luz e o Fuzeta.
Na minha opinião, gostei desta pequena visita de estudo que também serve para mostrar que o Algarve é capaz de produzir bom vinho, não ficando atrás de vinhos como os do Alentejo, do Douro e da Estremadura, entre outros. A grande diferença entre os vinhos da nossa região e os outros é que nós ainda não temos herdades com capacidade suficiente para comercializar a nível nacional e internacional.
Miguel Mariano, 10º T.Com

