terça-feira, 15 de junho de 2010

Relatório da Feir@1.€om

Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia – Tavira

Curso Profissional Técnico de Comércio

10º Ano


Relatório da Feir@1.€om


No dia 28 de Maio de 2010, das 09h30 da manhã até às 14h00 da tarde, realizou-se a Feir@1.€om, a primeira feira organizada pela turma do 10º ano do Curso Técnico de Comércio.
Durante toda a manhã, a nossa feira teve várias actividades, tais como: venda de bolos, sumos de várias qualidades e também salada de fruta. Tudo isto a preços acessíveis para os alunos, professores e funcionários. Todos tiveram a oportunidade de comprar os nossos produtos, saboreá-los e, assim, colaborar nas nossas actividades.

A nossa feira teve início com o Fábio a apresentar o programa e, ao mesmo tempo, no ecrã da sala de convívio passava um pequeno vídeo da nossa turma, realizado por ele.
Deu-se, então, início às actividades e à venda dos nossos produtos, onde eu participei, ajudando na venda dos comestíveis. Simultaneamente, decorriam as actividades do jogo do saco, do tiro ao alvo e do campeonato do jogo de futebol na PlayStation.



Na sala de alunos, pelas 10h05, houve música ao vivo: o André, da minha turma, tocou guitarra, o Rui Vale, do 12ºC1,tocou baixo e a Sara Silvestre, do 11º E, cantou.
De seguida, eu, a Cátia e a Sofia fomos oferecer um bolo a todos, professores da Direcção, funcionários da secretaria, reprografia e da cantina, que ajudaram a tornar a feira possível, porque sem eles esta actividade não teria tanto êxito.



Às 11h05 aconteceu o momento alto da feira com as danças de salão: o cha cha cha, a rumba e o samba, dançados pela minha colega Cristela e pelo seu par. Ambos foram maravilhosos, complementaram-se um ao outro e dançaram muito bem, emocionando o público que assistia àquele momento fascinante.
Depois desse momento excelente, a feira continuou com vendas e com outras actividades, nomeadamente, poesia às 13 horas, pelo Fábio que leu dois poemas feitos pela Sofia, um de homenagem ao professor Duarte e outro sobre a nossa turma.
A maioria das actividades acabou às 14h00, a hora prevista do encerramento da feira. Por fim, tivemos que arrumar as bancas dos bolos e dos outros produtos, oferecendo ainda as fatias de bolo que sobraram.
Em suma, acho que dei o meu contributo na preparação e realização da feira, participei na elaboração do cenário da banca dos bolos, ajudei na venda dos bolos, a arrumar as coisas, na cantina e a lavar a loiça que utilizámos. Fui responsável e sempre simpática, ajudando constantemente os meus colegas.
Feito o balanço da actividade, constatámos que atingimos o nosso principal objectivo, que era pôr em prática alguns conhecimentos adquiridos no curso, fazer algo diferente, inovador e que divertisse os alunos, e isso foi alcançado.


Ana Catarina Almas, 10º TCOM

TORNEIO INTER-TURMAS DE VOLEIBOL e PASSEIO PEDESTRE


O Grupo de Educação Física da Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia promove nos dias 14 e 15 de Junho actividades desportivas, mais concretamente voleibol e um passeio pedestre.

O dia 14 será preenchido com a realização de um torneio inter-turmas de voleibol, para os alunos do 10.º ano, no pavilhão desportivo, entre as 9:00 e as 16:00h.
No dia 15 realizar-se-á um passeio pedestre com saída da nossa escola às 9:30 e regresso ao 12:30.

Pretende-se, principalmente com a caminhada, proporcionar aos alunos, funcionários e professores, para além do benefício físico, um são convívio no término do ano lectivo.


Ponto de Encontro – “Rosa dos Ventos”, junto ao Parque de Estacionamento da Escola.

Hora – 9h 00min, (Saída às 9h 30min.)

Duração da Actividade: +/- 2h 30min.

Percurso: Escola – Sta Luzia (pelo caminho da ciclovia) – Sta Luzia (marginal)– Escola (ciclovia).

Hora Prevista de Chegada à Escola
: 12h 30min.

Obrigada pela participação!
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A MARCHA

A marcha é uma actividade física de lazer, e de impacto mínimo no meio ambiente, quer ao nível da fauna, quer ao nível da flora. Esta actividade associada à orientação de um monitor, permite que a marcha atinja o seu objectivo essencial: uma actividade de lazer com segurança.

Regras básicas

O grupo deve manter uma cadeia de ligação entre si (VISUAL), de modo a permitir a manutenção dos elementos em grupo. A responsabilidade de manter o contacto visual é sempre do último elemento. (O contacto visual torna-se o factor mais importante nos casos de alterações climatéricas, sobretudo em situações de nevoeiro. Nestas situações, é necessário que o elemento mais experiente saiba orientar o grupo).
- Procura seguir pelos trilhos, assim evitarás esmagar a flora.
- Lembra-te de que o barulho, além de assustar os animais, não te permite ouvir o cantar das aves e observar outros animais.
- Na Natureza não tires mais do que fotografias, não deixes mais do que as tuas pegadas. (PROVÉRBIO DO MONTANHISMO). O coleccionismo individual na natureza é irresponsável. Imagina o que seria um grupo de 50 jovens estudantes a recolher exemplares para as suas colecções, no mesmo local. Seria o despojo total da riqueza desse lugar.
- As embalagens de comida e de bebida devem regressar contigo, pesam muito menos vazias!

O Equipamento pessoal:

- O calçado é muito importante, já que o desconforto dos pés se transmite a todo o corpo. Para passeios curtos, em terrenos pouco irregulares, com tempo seco, umas sapatilhas vulgares são adequadas. Poderás utilizar botas sintéticas (trekking), que se caracterizam pela sua leveza, resistência e conforto. O tamanho do calçado deve ser escolhido no sentido de permitir o uso de um par de meias interiores em algodão, reforçadas por um par de meias de Algodão com felpa;

- Nunca fazer uma marcha longa com calçado novo.

- A roupa adequada para a marcha será talvez o elemento mais difícil de escolher, já que depende de vários factores imprevisíveis, como as condições climatéricas.
- As calças de algodão poderão ser práticas no Verão, mas, se chover, demoram muito a secar e perdem o isolamento térmico. As de fibra sintética secam mais rapidamente e, mesmo molhadas, são um óptimo isolamento térmico, devido à sua baixa condutividade térmica;
- A roupa para a parte superior do corpo segue os princípios atrás descritos. Uma t-shirt de algodão, uma sweat-shirt e um impermeável com carapuço (peça que deve sempre fazer parte do equipamento e que poderá ser transportado na mochila).
- Chapéu ou boné.

Lembra de que, durante a marcha, o tempo pode mudar rapidamente, pelo que é vulgar haver sol, chuviscos e vento alternados, num só dia.

Transporte de material na mochila

A mochila é o suporte físico para transportar o indispensável para a marcha: roupa, comida, água, etc. A sua escolha é tão importante como o calçado, já que uma opção errada pode, com o uso, vir a criar lesões na coluna vertebral.

PROFESSORES RESPONSÁVEIS: GRUPO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

domingo, 13 de junho de 2010

A vivência dos afectos de Baltasar e Blimunda e sua comparação com a actualidade

Baltasar e Blimunda

Comemoração dos 550 anos da morte do Infante D. Henrique - D. Filipa de Lencastre

Comemoração dos 550 anos da morte do Infante D. Henrique

Comemoração dos 550 anos da morte do Infante D. Henrique

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Projecto Comenius Competências Interculturais Foto reportagem de Exposição





Desde o dia 14 de Maio, a exposição «As Competências Interculturais através dos currículos escolares», Projecto Comenius, tem sido visitada pelos membros da nossa escola.
Orientados pelas professoras Andreia Marques e Maria João Gouveia, os alunos do 12ºE conceberam painéis e cartazes sobre os sete países envolvidos neste Projecto Comenius: Bulgária, Grécia, Itália, Polónia, Portugal, Roménia e Turquia.
O Projecto é coordenado pela professora Fátima Pires e neste seu primeiro ano de existência já proporcionou a delegações de professores e alunos três encontros de trabalho: o primeiro na Bulgária, o segundo na Turquia e o último na Itália.
A animação fotográfica acima apresentada é um testemunho da elevada qualidade dos trabalhos expostos no átrio da Biblioteca.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

«Exposição: No Limite do Corpo Humano»




Durante o mês de Maio, os nossos utilizadores puderam apreciar e aprender com a exposição «No limite do corpo humano», iniciativa do grupo de Biologia e complementada pela equipa da BE.
Esta exposição, que estimula diferentes olhares sobre o corpo humano e os seus limites, englobou cartazes e peças representativas de órgãos do nosso corpo, bem como obras impressas sobre esta temática e que temos para consulta ou requisição domiciliária por parte dos nossos utentes.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Encontro com José Sequeira Gonçalves e João Espada

José Sequeira Gonçalves e João Espada, respectivamente, autor e ilustrador do romance histórico Amanhecer na Rotunda estiveram na nossa escola no passado dia 28 de Maio, actividade dinamizada pela Biblioteca em colaboração com o grupo de História e integrada nas Comemorações do Centenário da República.
José Sequeira Gonçalves, Mestre em História Contemporânea, com tese sobre Sidónio Pais e a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, começou por falar, sumariamente sobre o seu primeira romance Cruz de Portugal. Esta obra, cuja acção se centra no período de 1910-1918, retrata o período da Primeira República Portuguesa e os heróis portugueses que combateram na Primeira Guerra Mundial.



Depois, intercalando a palavra com João Espada e com o apoio de suporte visuais, aguçaram a curiosidade da assistência pela leitura de Amanhecer na Rotunda. Esta obra oferece-nos uma narrativa, misto de ficção e realidade, e sugestivas ilustrações sobre episódios que conduziram à implantação da República em Portugal.


segunda-feira, 7 de junho de 2010

Visita de estudo à «Quinta dos Correias»


No dia 4 de Maio, a turma do 10º T COM partiu da Escola Secundária Dr. Jorge Correia – Tavira, em direcção à Quinta dos Correias na Luz de Tavira.
Quando lá chegámos, o proprietário, o Sr. Ricardo Silva Sousa, fez-nos uma breve introdução histórica da quinta, que está na família há mais de 200 anos. Actualmente, produzem quatro qualidades de vinho: Vinho Terras da Luz, Fuzeta, Terras da Luz reserva e o Balsa que é o vinho mais conceituado da Quinta, mas que não é posto à venda todos os anos porque não têm produção suficiente. Este vinho ficou com este nome porque perto daquela quinta havia uma cidade romana, com esse nome, agora submersa pelas águas da ria. Na feitura dos diferentes vinhos são usadas quatro tipos de castas de uva: Uva Aragonês, Uva Touriga Nacional, Uva Castelão mais conhecida por Periquita, Uva Cabernet Sauvignon.


O Sr. Ricardo disse que, quando as uvas estão boas, ele vai buscar uma amostra de cada uma e esmaga-as individualmente até criar o mosto, que é o sumo produzido pela uva, que depois é colocado num aparelho chamado Refractómetro para ver a percentagem de álcool, porque o açúcar das uvas é todo transformado em álcool, e, quando este processo é realizado, consegue-se ver o teor alcoólico do vinho.
Um factor curioso foi quando nos disse que, em vez de usarem químicos para se protegerem das pragas, usam rosas, no início de cada fileira de pés de uvas. Se os bichos comerem a rosa, aí usam os químicos, mas sempre em último caso.


Depois desta explicação teórica, levou-nos à adega. Lá mostrou-nos todos os equipamentos usados no processo de produção dos vinhos, desde quando as uvas chegam à adega, até serem esmagadas por um aparelho que se chama Esmagador desengaçador. As uvas são esmagadas até criar o mosto, depois deixam-se fermentar até ao ponto em que o açúcar das uvas é transformado totalmente em álcool.
Depois, quase no fim da explicação, disse-nos que as misturas dos vinhos só se faziam no fim e que é obrigatório por lei mandar os vinhos para laboratório, para ver se estão bons e se é preciso ou não fazer correcções.


No fim da Visita, o Sr. Ricardo ofereceu um pequeno lanche à turma e deu a provar dois tipos de vinhos: o Terras da Luz e o Fuzeta.
Na minha opinião, gostei desta pequena visita de estudo que também serve para mostrar que o Algarve é capaz de produzir bom vinho, não ficando atrás de vinhos como os do Alentejo, do Douro e da Estremadura, entre outros. A grande diferença entre os vinhos da nossa região e os outros é que nós ainda não temos herdades com capacidade suficiente para comercializar a nível nacional e internacional.

Miguel Mariano, 10º T.Com

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Reportagem: “ II ENCONTRO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES DO ALGARVE – 2010



No dia 25 de Maio, decorreu, no Hotel Vila Galé, em Tavira, o II Encontro de Bibliotecas Escolares do Algarve. Diversos elementos da equipa da nossa Biblioteca marcaram presença, bem como o nosso director, José Baía.

A abertura foi efectuada por Sua Excelência a Senhora Ministra da Educação, Isabel Alçada, o Presidente da Câmara Municipal de Tavira, Jorge Botelho, o Director Regional da Educação do Algarve, Luís Correia, a Governadora Civil do Distrito de Faro, Isilda Gomes, e a Coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares, Teresa Calçada.
A Senhora Ministra da Educação destacou a oportunidade do tema escolhido, “Literacias no século XXI”, caracterizou a Biblioteca como um recurso libertador e a vantagem da Internet que nos dá a segurança do inesgotável, já que este meio nos possibilita pesquisar sempre mais e, também, procurar saber sempre mais. Porém, ter acesso à informação não é o mesmo que dominar o conhecimento ou aplicá-lo com sabedoria. E, a propósito desta tríade “informação, conhecimento, sabedoria”, fez referência a um excerto de um poema de T. S. Eliot, que depois foi lido na sessão de encerramento pela Dr. Teresa Calçada:
[...]

O ciclo infinito de ideias e acção,

Infinita invenção, experiência infinita,

Traz o conhecimento do voo, mas não do repouso;

O conhecimento da fala, mas não o do silêncio;

O conhecimento das palavras e a ignorância do Verbo.

Todo o nosso conhecimento nos aproxima da ignorância,

Toda a nossa ignorância nos avizinha da morte,

Mas a iminência da morte não nos acerca de DEUS.

Onde está a vida que perdemos quando vivos?

Onde está a sabedoria que perdemos no saber?

Onde está o conhecimento que perdemos na informação?



[...]Coros de "A Rocha" (1934), T.S. Eliot

O desafio do século XXI é, então, saber usar a informação que temos ao nosso dispor, aprender a transformá-la em conhecimento e, por fim, aplicá-lo com sabedoria.

A primeira conferência, moderada por Manuela Silva (Gabinete da RBE), foi proferida por Mirian Tavares (UALG e Centro de Investigação em Artes e Comunicação) e teve por tema “ A literacia dos média face aos desafios colocados pela sociedade da informação e do conhecimento”. Sublinhou-se que a história da evolução do livro é uma história de inovações técnicas, tendo o suporte em que o mesmo é apresentado sofrido contínuas actualizações. Todavia, o livro, independentemente do seu suporte, continua bem vivo. De igual modo, o papel das Bibliotecas tem sofrido alterações, cabendo-lhes hoje um espaço privilegiado na promoção das literacias.

Moderadas por Salomé Horta (Biblioteca Municipal António Ramos Rosa – Faro), seguiram-se duas comunicações. Luísa Alvim (Casa de Camilo – Museu e Centro de Estudo – Vila Nova de Famalicão) desenvolveu o tema “Web 2.0 – novas oportunidades para as bibliotecas? Comunicar compensa!”, tendo destacado que a sabedoria colectiva é sempre mais produtiva do que a sabedoria de especialistas individuais, bem como que o intercâmbio e a cooperação são valores que compensam nos usos produtivos e educativos das bibliotecas, traduzidos pelas acções de gerar e partilhar conteúdos com e entre pares.
Fernando Carmo (Gabinete da RBE) centrou-se em “Web 2.0 – espaço de partilha e de construção colaborativa de saberes e de competências ao serviço da biblioteca escolar?”. Realçou que as bibliotecas tiveram e têm de continuar a abrir-se para o mundo virtual através das tecnologias de informação cada vez mais presentes e exigentes; que, no presente, o aluno faz da biblioteca a sua oficina de pesquisa e de tratamento da informação por ele recolhida; e que todos temos de ter consciência de que, tal como afirma Alvim Toffler, os analfabetos do século XXI são aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender.

A sessão da tarde, moderada por Ana Cristina Matias (Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia – Tavira), começou com a Conferência “ Leitura…. O melhor é ler mais” da responsabilidade de Luísa Matos. Esta professora, membro da equipa do Plano Nacional de Leitura, deu conta da boa participação de professores e alunos nos vários projectos lançados pelo PNL, destacando que as novas tecnologias representam novas oportunidades para os jovens lerem e escreverem em contextos mais diversificados e participativos.

Seguiu-se o “Painel Boas Práticas”. Graça Lobo e Filomena Branco (DREALG) fizeram uma comunicação sobre o projecto “Ver para ler”, uma das iniciativas do Programa Juventude Cinema e Escola (JCE) e que contribui para desenvolver a consciência crítica dos alunos, infelizmente, tão formatados pela cultural audiovisual de massas.
Luís Brito (AVE de Armação de Pêra) focou, seguidamente, a importância da “Literacia da Informação” e como a biblioteca escolar melhor pode colaborar com os professores.
Do Agrupamento Vertical de Escolas (AVE) João da Rosa – Olhão, Nélia Estêvão fez, então, uma comunicação sobre “A utilização do Moodle: da biblioteca para a escola”, dando-nos conta da existência de espaços electrónicos como as estantes virtuais ou o e-estudo. Por último, Emília Firmino (AVE de Parchal – Lagoa) apresentou a sua comunicação “Com o Magalhães, uma história de encantar para rir e sonhar”. Aí focou o uso do computador em contexto de sala de aula e exemplificou com uma photo story.
A sessão de encerramento contou com a presença de Eduardo Dias (director adjunto DREALG), Teresa Calçada (Coordenadora do Gabinete da RBE) e Paula Ferreira (Biblioteca Municipal Álvaro de Campos – Tavira) que congratularam os presentes por mais uma jornada de trabalho das bibliotecas escolares tão bem participada por todos.

Se o intervalo para café da manhã fora muito bem condizido pelos alunos do Curso CEF – Serviço de mesa, da Escola D. Paio Peres Correia, o encerramento coube a um grupo de alunos de viola da Academia de Música de Tavira.
Estamos certos que todos os destinatários, grupos de trabalho de bibliotecas do Algarve, professores bibliotecários e equipas de bibliotecas escolares, técnicos de bibliotecas públicas e universitárias, responsáveis pela gestão de escolas e Centros de formação, parceiros RBE e PNL e interessados nas temáticas, saíram deste Encontro ainda mais motivados para prosseguir o seu trabalho em prol do desenvolvimento da leitura e das literacias.


Ana Cristina Matias
Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia - Tavira

terça-feira, 1 de junho de 2010

2 de Junho - Dia da Matemática na ESJAC Tavira



O Dia da Matemática decorre na nossa escola, quarta-feira, dia 2 de Junho.
Para além de outras actividades, os melhores trabalhos de pesquisa de cada ano e turma serão apresentados pelos grupos de trabalho no Auditório, entre as 10:05 e 11:35 e, depois, na parte da tarde, a partir das 14:10.